mar 28

Pior do que o incomodo de se envolver em um acidente de transito é arcar com prejuízos que não deveriam ser seus. E isso pode ocorrer por falta de informação quanto ao procedimento logo após a batida.

Teoricamente, o terceiro (a vítima da colisão) não deve arcar com despesas de oficina, guincho e franquia. Na prática, porém, o proprietário do veiculo tem de ficar atendo ao longo de todo o processo, que vai desde o registro do acidente ate a verificação do reparo.

É importante fazer um boletim de ocorrência (BO). O BO não e exigido por seguradoras em colisões só com danos materiais. No entanto, ajuda nos processos judiciais se o causador não quiser assumir os danos. Outro passo é ficar atento a lista de oficinas oferecida pela seguradora para o concerto.

As empresas de seguro possuem credenciadas. Assim a seguradora se torna responsável pelo serviço da mecânica. Porem, não significa que um da lista precisa se escolhido.

No caso de o terceiro optar por outro local, e o orçamento for acima do previsto, quem deve negociar é a companhia. A pessoa que sofreu a batida de ligar nos prazos de vistoria e entrega. Por lei, a reparação deve ser feita em ate 30 dias.

Dicas para o caso de baterem no seu carro:

  • O ideal é permanecer no local e chamar a EPTC. É fundamental registrar o acidente na Brigada Militar ou com a EPTC, com o máximo de informações.
  • Entre as informações estão: placa, modelo e marca do carro, dados do motorista (nome, RG e CPF – peça para ver um documento e conferir os itens), números de telefone, nome e número da rua e pontos de referencia.
  • Se o culpado não tiver seguro e se recusar a assumir a responsabilidade, tente obter testemunhas na rua.
  • Para evitar acidente, lembre-se que a prudência é o melhor caminho. Exemplos: não cruze em sinal fechado, sinalize quando trocar de pista ou fizer uma conversão, respeite s sinalização, mantenha distancia e nao exceda os limites de velocidade.




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jan 18

acidente aereo

O Brasil teve, em 2008, o maior número de acidentes aéreos dos últimos 14 anos. Segundo informações do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) no ano passado foram registradas 102 ocorrências. Desde 1994, quando foram registrados aproximadamente 130 casos, o país não tinha tantos acidentes. O aumento em relação a 2007 foi de 3%, já que naquele ano haviam sido registrados 99 acidentes. O número de mortos em 2008, no entanto, foi menor do que no ano anterior: foram 57 no ano passado, contra 270 em 2007 (número fortemente influenciado pelo acidente do vôo 3054 da TAM, que3 deixou 199 mortos em julho daquele ano).




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