mar 04

bike

Além de ser uma opção de transporte sustentável e fazer bem para o meio ambiente, a bicicleta pode se tornar uma grande aliada da saúde. Os benefícios  em dedicar parte do seu dia para pedalar ou ainda usar a bicicleta para ir a algum lugar, vão além dos cuidados com a boa forma. Especialistas no assunto afirmam que pedalar  melhora o sistema cardiorrespiratório, alivia o estresse mental, diminui a quantidade de gordura corporal e fortalece os músculos e as articulações. O melhor de tudo é que os ciclistas trabalham em um único exercício um grupo maior de músculos, incluindo: quadríceps, musculatura posterior da coxa, panturrilha, glúteos, musculatura abdominal, extensores da coluna, além dos músculos do ombro, braço e antebraço.

Não há contra-indicações  para a atividade, uma vez que é possível estabelecer o seu próprio ritmo, acelerando ou reduzindo sempre que sentir necessidade. Ainda assim, é preciso ter atenção a alguns detalhes que podem se tornar prejudiciais com a prática incorreta da atividade.

Os ajustes da bicileta, altura dos apoios e assento, entre outros, devem estar perfeitamente ajustados à quem irá pedalar, pois uma bicicleta mal ajustada ou um erro de postura pode gerar sobrecarga mecânica e provocar dores na coluna lombar, cervical, joelhos, tornozelos e pés, além de uma alteração na sensibilidade das mãos, relatada frequentemente como um formigamento.

Em geral, é importante verificar se o selim está ajustado corretamente e na horizontal, com o cano da bicicleta de 10 a 13 centímetros à mostra, e permanecer em uma postura em que a coluna lombar fique em um ângulo de 30 a 40 graus com um bom apoio das mãos. A recomendação dos preparadores físicos é que os ciclistas se sintam confortáveis e não precisem forçar a coluna enquanto pedalam. Para melhorar o desempenho  e evitar cãibras, a dica é fazer um alongamento antes de começar as pedaladas.



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set 26

disfunção_erétil

Pesquisa inédita desenvolvida no Departamento de Farmacologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp avaliou os benefícios da atividade física regular na disfunção erétil. O estudo, que foi tema da tese de doutorado do farmacêutico Mário Ângelo Claudino, foi orientado pelo professor Edson Antunes, ex-coordenador da subcomissão de Pós-Graduação em Farmacologia da FCM. A pesquisa teve também a colaboração da professora Angelina Zanesco, do Departamento de Educação Física da Unesp (Rio Claro).

Estudos epidemiológicos têm comprovado que a atividade física aeróbia diária previne e combate a hipertensão arterial, o diabetes e o colesterol, fatores de risco para as doenças cardiovasculares. Entretanto, a maioria dos estudos tem priorizado os efeitos do exercício físico nessas patologias, dando pouca atenção à disfunção erétil. De acordo com Claudino, há na literatura internacional uma correlação negativa dessas doenças com a função erétil. Sabe-se que pacientes com pressão alta, colesterol e diabetes têm deficiência de óxido nítrico (NO) e uma predisposição maior para ter disfunção erétil.

“Diz um ditado popular que o exercício melhora tudo. A função erétil é proveniente, também, de uma melhora cardiovascular, pois leva ao relaxamento da musculatura lisa do corpo cavernoso e favorece a ereção peniana. O mecanismo que desencadeava isso nunca havia sido estudado. Resolvemos então analisar a correlação entre a atividade física e a disfunção erétil”, explicou Claudino.

A pesquisa começou em 2003 como um projeto piloto em ratos sadios dentro do Departamento de Farmacologia. Posteriormente, a investigação avançou para o estudo do treinamento físico sobre a disfunção erétil em animais submetidos a desordens como pressão alta e diabetes, que inibem a síntese do óxido nítrico.

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