set 03

Ser ativo pode diminuir em 50% a chance de ter câncer, dizem médicos

gordinhoO exercício regular pode aumentar em até 10 anos a expectativa de vida e pode reduzir em até 50% a chance de desenvolver doenças crônicas, como câncer, diabetes e doenças cardíacas. Este é o alerta emitido após a realização do Simpósio sobre
Balanço Energético da Série Científica Latino americana, que reuniu cerca de 130 especialistas em agosto, em São Paulo.

Os médicos afirmam que a conscientização da população para uma vida mais ativa deve ser uma prioridade nas agendas de políticas públicas de todos os países. Exercício físico
e cuidados com a alimentação são as melhores formas de combater os problemas associados ao ganho de peso, segundo Fernando Lavalle, presidente do Comitê Científico responsável pela organizacão do simpósio:

– O controle inadequado do balanço energético é, sem sombra de dúvida, a principal causa de obesidade que afeta a América Latina.

O especialista em Medicina Interna da Universidade de Rosário, na Colômbia, John Duperly, afirma que fazer uma hora por dia de atividade física ativa cerca de 800 genes que contribuem para a manutenção da boa saúde, bem como para reduzir em até 50% o desenvolvimento de doenças como câncer, diabetes e derrame.

Até agora, diz Duperly, não há droga tão eñcaz para uma vida saudável quanto o exercício. Ele explicou que cinco intervenções no estilo de vida podem reduzir o risco de até 90% de desenvolver diabetes tipo 2: não fumar, ter um consumo moderado de álcool, comer cinco porções de frutas e vegetais, fazer meia hora de exercícios por dia e, ainda, manter o peso adequado à altura.


Gorduras e açucares são os maiores vilões

Eric Ravussin, diretor do Centro Biomédico Pennington de Pesquisa em Nutrição sobre Obesidade da Universidade do Estado de Louisiana, disse que um dos fatores determinantes no ganho de peso experimentado pela população do mundo nos últimos anos e’ o aumento do consumo de gordura, ao invés da ingestão de carboidratos e açúcares, uma vez que as gorduras têm um maior impacto no desequihbrio de energia
O especialista explica que o metabolismo do corpo humano funciona de forma diferente para carboidratos e gorduras. Enquanto os primeiros vão para o fígado, e servem para proporcionar energia ao músculo esquelético, as gorduras praticamente servem para aumentar o tecido adiposo.
No entanto, segundo Ravussin, é preciso estudos mais consistentes que expliquem o desequilíbrio entre a ingestão de calorias e o gasto energético porque “no meio ambiente há muitos gatilhos que podem disparar a obesidade e ainda há muitas coisas para descobrir”.



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mar 08

animal-de-estimação De acordo com um estudo japonês, portadores de doenças cardíacas crônicas que têm mascotes em casa possuem corações mais saudáveis do que aqueles que vivem sem um bichinho, seja de pelos, penas ou escamas.

Na pesquisa publicada em uma revista americada de cardiologia, os cientistas estudaram 200 pessoas e descobriram que aqueles que tinham um pet contavam com mais variabilidade do ritmo cardíaco do que os outros.

– Entre os pacientes com doença coronária, os donos de mascotes mostram uma sobrevida de um ano maior do que os que não têm bichos – afirma Naoko Aiba, da Universidade de Kitasato, no Japão.

No estudo, foram avaliados pacientes com diabetes, pressão arterial elevada ou colesterol alto, com uma faixa etária entre 60 e 80 anos.

Nos donos de pets, cerca de 5% das batidas do coração diferiam em 50 milésimos de segundo em extensão, contra 2,5% dos que não tinham animais. Isso significa que os batimentos do coração mudava menos.

Motivo está relacionado aos pets

Até agora, não se sabe o que causa a diferença entre uma pessoa e outra. Porém, segundo a pesquisa, estima-se que a presença de animais de estimação facilitam a vida do dono e o deixam mais sensíveis e felizes.

– Imagina-se que os mascotes são uma forma de apoio social e reduzem o estresse, podendo satisfazer algumas necessidades de companhia dos donos – afirma Judith Siegel, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade da Califórnia, que não participou do estudo.



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