mar 17

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Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:

“Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes”.

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

– Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
– Ainda bem que esse infeliz morreu !

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: “Quem está nesse caixão”?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo… Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. “SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA… QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA.”

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando “você muda”.

Autor : Luís Fernando Veríssimo




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jan 30

Depressão pós-férias

Não é fácil voltar de férias. Encarar o trânsito, os horários e as obrigações fica mais difícil quando a lembrança de dias tranquilos, prazerosos e sem compromissos ainda está fresca na memória. Com raríssimas exceções, todos nós sentimos o peso do retorno à dura realidade. Mas há alguns que sofrem mais do que outros.

Um trabalho conduzido pelo braço nacional da International Stress Management Association (Isma), organização internacional especializada no estudo do estresse, mostrou que 23% dos brasileiros têm a chamada depressão pós-férias, também conhecida como síndrome pós-férias. Diferentemente da tristeza, que acomete quase todos os que voltam de alguns dias ou semanas de folga – e que logo passa –, esse mal perdura por pelo menos 14 dias e pode ter consequências perigosas. “Muitas vezes é a manifestação de problemas que se acumulavam no plano profissional, mas que estavam latentes.

Nesse sentido, as férias servem de gatilho para o início de um processo depressivo amplo e que tem como grande causa, segundo o estudo, uma profunda insatisfação profissional, presente em 93% dos que sofrem da síndrome pós-férias. Insatisfação essa que nasce de situações estressantes no ambiente de trabalho, como a falta de perspectivas de ascensão profissional ou conflitos frequentes com colegas. “Para essas pessoas, as férias são o paraíso e o trabalho, o inferno”, explica Anderson Cavalcante, administrador e consultor de empresas. “A perspectiva de voltar ao trabalho é uma tortura”. E você está passando por essa fase ou não?

Fonte:  psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association Brasil e Anderson Cavalcante, administrador e consultor de empresas.




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