abr 28

Impotência-Sexual Uma medicação que pode trazer efeitos mais rápidos que o Viagra acaba de ser aprovada pela FDA (Food and Drug Administration), órgão regulador de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos, na última sexta-feira (28). As informações são do site do jornal americano USA Today.

O Stendram, produzido pela empresa Vivus, pertence à mesma categoria de remédios como o Viagra, produzido pela Pfizer; Cialis, da Eli Lilly; e Levitra, da GlaxoSmithKline e Bayer. Todos eles inibem a mesma enzima, PDE5, e trabalham para o aumento do fluxo sanguíneo na região do pênis.

Cerca de 30 milhões de homens têm disfunções de ereção – que envolvem dificuldades em tê-la ou mantê-la – segundo informações da FDA. A aprovação pelo órgão expande as opções de tratamento para pacientes impotentes, em consulta com o médico, “para que escolham pelo tratamento mais apropriado”, disse, em comunicado, Victoria Kusiak, da FDA.

O comunicado diz anda que os pacientes são instruídos a tomar o Stendra 30 minutos antes da atividade sexual. No entanto, estudos têm mostrado que o remédio começa a fazer efeito em apenas 15 minutos, o que o torna ainda mais rápido do que as outras drogas – que se tornam ativas entre 30 e 60 minutos (embora não tenham sido diretamente comparadas em estudos).

A nova droga vem com as mesmas advertências das demais: 2% dos pacientes em testes com o Stendra demostraram efeitos colaterais como dor de cabeça, vermelhidão facial e congestionamento nasal, segundo a FDA. Em casos mais raros, os pacientes podem acabar mantendo a ereção por mais de quatro horas. Problemas com visão e audição também podem vir a ocorrer.

Além disso, assim como as demais drogas, ele não funciona para todo mundo. Em testes com a medicação, 57% dos homens com disfunções eréteis diversas, e 40% de homens diabéticos, foram capazes de ter relações bem-sucedidas.

Para o próximo ano, a expectativa é de que as vendas com o Stendra alcancem os US$ 68 milhões, de acordo com a agência Bloomberg. O Viagra, que lidera o topo das vendas no segmento, bateu US$ 2 milhões em vendas no ano passado. Enquanto isso, a empresa Vivus aguarda outra aprovação da FDA para outro de seus produtos – uma pílula para perda de peso chamada Qnexa.



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set 26

disfunção_erétil

Pesquisa inédita desenvolvida no Departamento de Farmacologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp avaliou os benefícios da atividade física regular na disfunção erétil. O estudo, que foi tema da tese de doutorado do farmacêutico Mário Ângelo Claudino, foi orientado pelo professor Edson Antunes, ex-coordenador da subcomissão de Pós-Graduação em Farmacologia da FCM. A pesquisa teve também a colaboração da professora Angelina Zanesco, do Departamento de Educação Física da Unesp (Rio Claro).

Estudos epidemiológicos têm comprovado que a atividade física aeróbia diária previne e combate a hipertensão arterial, o diabetes e o colesterol, fatores de risco para as doenças cardiovasculares. Entretanto, a maioria dos estudos tem priorizado os efeitos do exercício físico nessas patologias, dando pouca atenção à disfunção erétil. De acordo com Claudino, há na literatura internacional uma correlação negativa dessas doenças com a função erétil. Sabe-se que pacientes com pressão alta, colesterol e diabetes têm deficiência de óxido nítrico (NO) e uma predisposição maior para ter disfunção erétil.

“Diz um ditado popular que o exercício melhora tudo. A função erétil é proveniente, também, de uma melhora cardiovascular, pois leva ao relaxamento da musculatura lisa do corpo cavernoso e favorece a ereção peniana. O mecanismo que desencadeava isso nunca havia sido estudado. Resolvemos então analisar a correlação entre a atividade física e a disfunção erétil”, explicou Claudino.

A pesquisa começou em 2003 como um projeto piloto em ratos sadios dentro do Departamento de Farmacologia. Posteriormente, a investigação avançou para o estudo do treinamento físico sobre a disfunção erétil em animais submetidos a desordens como pressão alta e diabetes, que inibem a síntese do óxido nítrico.

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