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Você anda tenso? Não consegue dormir bem? Observe as dicas sugeridas:

insonia

  1. Tenha seus rituais
    Crie um ritual agradável para a hora de dormir. Tente meditaçã, relaxamento, oração ou outra técnica de controle de tensão. A leitura nã relacionaa com o trabalho ou problemas é bom hábito.
  2. Não olhe o relógio cada vez que acordar
    Este mau hábito acrescenta sofrimento à tortura de uma eventual noite de insônia. Se seu relógio for daqueles com mostrador luminoso cubra-o ou deixe-o virado para o outro lado.
  3. Efeito do exercício
    Um programa constante de exercício melhora o sono, e por isso atletas têm sono mais profundo. Entretanto, um único dia de exercício pode tornar o sono superficial. O melhor horário para exercício seria até 6 horas antes de deitar. Uma questão que ainda intriga os pesquisadores é que pessoas que passam vários dias de cama também sofrem aumento de sono profundo, como os atletas.
  4. Escolha o ambiente
    A quantidade de ruídos que cada um tolera depende de diversos fatores. Também é importante o significado do ruído. Uma mãe desperta mais rápido com o choramingar do bebê do que com o ruído de carros. Idosos acordam mais facilmente que os jovens, e de um modo geral, as mulheres despertam mais facilmente que os homens. Pessoas com sono leve têm maior risco de desenvolver insônia. Apesar destes fatores, é inegável que luz e ruído prejudicam o sono. Mesmo que a pessoa não perceba, seu sono torna-se superficial. Moradores de vizinhanças de aeroportos perdem em média, por noite, 45 minutos de sono útil (sono REM e sono profundo). Se não puder escapar da luz ou do ruído, máscaras e tampões de ouvido podem ser a solução.
  5. Temperatura ideal
    Frio e calor são bem reconhecidos como perturbadores do sono. Temperatura abaixo de 17 graus causa sonhos desagradáveis e calor acima de 29 graus causa mais despertares e movimentação. O clima favorável ao sono é o de temperatura amena e pressão barométrica baixa, quando o dia “está para chuva”. Mas quem não sabia que um dia nublado, úmido pede uma boa soneca. Nas noites frias, um banho quente e prolongado soluciona os pés frios e relaxa.
  6. Não durma com fome
    O valor de um copo de leite morno ao deitar tem base científica. O leite é rico em triptofano, que é um percursor da serotonina, uma substância envolvida no processo de sono. Sabe-se que ratos após 6 a 11 dias de dieta com poucas calorias reduzem o sono e passam o tempo procurando alimento. Foi visto, também, que pessoas com fome ou perdendo peso têm o sono da segunda metade da noite um pouco prejudicado. Nem por isso fica liberado o “assalto” à geladeira no meio da noite.
  7. Refeições leves
    À partir dos 16 anos a capacidade digestiva vai diminuindo. O alimento não digerido entra em putrefação no intestino, provoca distensão do abdome, dificulta a respiração, causa roncos, apnéias e palpitações. Após certa idade, a maioria das pessoas naturalmente vão tornando as refeições da noite mais leves. Isto está correto.
  8. O quarto
    Algumas pessoas fazem da cama e do quarto de dormir um recanto para piqueniques, sala de jogos, de TV e de leitura. Isto cria hábitos desfavoráveis ao sono. Numa eventual noite de insônia não se deve permanecer na cama forçando o sono, tentando dormir. Deve-se levantar, procurar uma atividade fora da cama e só retornar quando sentir novamente sono, para dormir. O sono é um estado vital complexo. À medida que se aprende mais sobre o assunto nota-se que seria necessária a formação de hábitos de higiene do sono. Entretanto, o sentimento geral é de que o sono é um estado mágico, protegido por um “anjo da guarda” e que não necessita cuidados. Só os que sofrem com seu sono sabem quão errada é essa idéia. A prevenção de distúrbios do sono não é diferente de outras formas de prevenção. Ela exige cuidados. Assim como deve-se escovar os dentes diariamente para evitar cáries e perda de dentes, deve-se também tomar cuidados com o sono para que não se venha a desenvolver insônia e outras doenças do sono.





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mar 04

sapatos

A maioria das brasileiras com mais de 55 anos pensam na hora de comprar sapatos. Mas há pesquisas apontando soluções. E uma preocupação do mercado em atender esse grupo.

• Uma pesquisa do Centro Tecnológico do calçado Senai, de Novo Hamburgo, traçou o perfil do pé das mulheres com mais de 55 anos.

• Uma revelação importante: a circunferência dos pés das idosas é mais larga. Assim, as formas de calçado (padrões normais) são desconfortáveis.

• A pesquisa constatou que 75.9% das voluntarias estavam com sobrepeso, interferindo na largura das formas.

• No Brasil, não temos formas intermediárias. Além disso, as larguras dos modelos são padronizadas. A partir de agora, serão desenvolvidas formas com pelo menos duas escalas de largura.

• A pesquisa permitiu fabricar dois modelos conceituais, um casual e outro social, elaborados com palmilhas especiais.

Cuidados na escolha

Compre sempre o sapato no final do dia, quando os pés estão mais inchados.

Ande um pouco com os sapatos novos pela loja, para sentir como se adaptam aos pés. Eles devem estar absolutamente confortáveis na hora da compra. Não entre no papo de que vão amaciar com o uso. Só compre se ficar perfeito.

Devemos medir os pés frequentemente. Após dos 20 anos, 90% das pessoas aumentam até dois pontos o numero do calçado. Devemos solicitar o numero correto, deixar um espaço de folga entre o ultimo de do e a ponta do calçado, pois os dedos necessitam deste espaço para a movimentação.

Observe o salto: não é a sua altura isoladamente que importa. O ideal é que o pé fique paralelo ao solo, ou levemente inclinado, com a diferença do salto e a plataforma do antepé de aproximadamente 3 centímetros.

Escolha modelos com solas macias e absorventes, principalmente se a atividade profissional o obriga a ficar muitas horas em pé.

Lembre-se sempre de que o sapato deve se adaptar aos seus pés e não os seus pés devem se adaptar aos sapatos. 




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