jan 30

Depressão pós-férias

Não é fácil voltar de férias. Encarar o trânsito, os horários e as obrigações fica mais difícil quando a lembrança de dias tranquilos, prazerosos e sem compromissos ainda está fresca na memória. Com raríssimas exceções, todos nós sentimos o peso do retorno à dura realidade. Mas há alguns que sofrem mais do que outros.

Um trabalho conduzido pelo braço nacional da International Stress Management Association (Isma), organização internacional especializada no estudo do estresse, mostrou que 23% dos brasileiros têm a chamada depressão pós-férias, também conhecida como síndrome pós-férias. Diferentemente da tristeza, que acomete quase todos os que voltam de alguns dias ou semanas de folga – e que logo passa –, esse mal perdura por pelo menos 14 dias e pode ter consequências perigosas. “Muitas vezes é a manifestação de problemas que se acumulavam no plano profissional, mas que estavam latentes.

Nesse sentido, as férias servem de gatilho para o início de um processo depressivo amplo e que tem como grande causa, segundo o estudo, uma profunda insatisfação profissional, presente em 93% dos que sofrem da síndrome pós-férias. Insatisfação essa que nasce de situações estressantes no ambiente de trabalho, como a falta de perspectivas de ascensão profissional ou conflitos frequentes com colegas. “Para essas pessoas, as férias são o paraíso e o trabalho, o inferno”, explica Anderson Cavalcante, administrador e consultor de empresas. “A perspectiva de voltar ao trabalho é uma tortura”. E você está passando por essa fase ou não?

Fonte:  psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association Brasil e Anderson Cavalcante, administrador e consultor de empresas.




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nov 04

serasa_e_spcExigir dos candidatos a empregos e/ou funcionários a apresentação de certidões cíveis e criminais ou certidões fornecidas pelo Sistema de Proteção ao Crédito (SPC) ou pelo SERASA, como critério para a admissão ou a manutenção do emprego, é uma das medidas proibidas pelo Ministério Público do Trabalho em Pernambuco. Para acabar com a discriminação, a empresa JBR Móveis e Eletrodomésticos Rabelo firmou Termo de Ajuste de Conduta (TAC) perante o Ministério Público do Trabalho (MPT). A empresa tem forte atuação no Sertão Pernambucano e no Ceará.

O procurador do Trabalho Leonardo Mendonça, responsável pelo caso, explica que a prática, apesar de ilegal, é bastante comum, principalmente no ramo do comércio. “A medida é discriminatória, violando a Lei nº 9.029 /95 e o artigo 5º , da Constituição Federal , que impedem a adoção de qualquer medida discriminatória”, justifica.

Pelo não cumprimento das cláusulas do presente Termo de Compromisso, a empresa infratora fica sujeita à multa de R$ 1 mil por cada documento e/ou certidão exigida em desacordo. Os valores serão revertidos ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).




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