mai 03

perdadeaudicao

Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou novo dado do Censo 2012 com informações sobre a situação da perda auditiva os brasileiros. A pesquisa avaliou pessoas com problemas e constatou que mais de nove milhões de cidadãos declararam ter algum tipo de deficiência auditiva. Deste total, 347 mil pessoas afirmaram não conseguir ouvir de modo algum. Quase 1,8 milhão disseram ter grande dificuldade e 7,5 milhões relataram alguma limitação.

  1. Apenas idosos perdem a audição no decorrer da vida.
    Mito.
    A perda da audição na terceira idade, chamada cientificamente de presbiacustia, é muito comum, pois o sistema auditivo tem sua função alterada com o envelhecimento. No entanto, não existe faixa etária para se ter um problema auditivo, já que diversas são as causas. Qualquer individuo que convive com sons intensos diariamente, por exemplo, pode ter sua audição comprometida.
  2. Zumbido no ouvido e sensação de tontura são alguns sintomas de perda auditiva.
    Verdade.
    Assim como zumbido e sensação de tontura, apresentar dificuldade de entender outra pessoa e ter vertigem também são indícios do problema.
  3. A perda auditiva é reversível.
    Mito.
    Quando é diagnosticado que o paciente comprometeu as estruturas internas do ouvido o quadro é irreversível.
  4. Pessoas que trabalham com sons intensos, como motorista de ônibus e motocicleta, Djs, pedreiros e operários , precisam usar o protetor auricular.
    Verdade.
    O protetor auricular é um recurso para evitar a perda auditiva, portanto, pessoas que estão expostas a sons intensos devem aderir ao protetor.
  5. Sons que atingem 120 decibéis (dB) são saudáveis à audição.
    Mito.
    O limite considerado tolerável à audição é no máximo 85 dB. Se o som ultrapassar esse limite, a audição pode ser comprometida. A relação tempo de exposição e intensidade sonora também deve sempre ser levada em consideração.
  6. Perder a audição traz consequências psicossociais ao indivíduo.
    Verdade.
    A perda auditiva também pode trazer consequências psicossociais, favorecendo o isolamento por conta da dificuldade de comunicação com as pessoas. Por conta do afastamento e da falta de atenção e diálogo com familiares e amigos, o indivíduo passa a se sentir constrangido e entra em um quadro depressivo, principalmente na terceira idade.
  7. Não é necessário fazer exame para detectar a perda auditiva.
    Mito.
    Em alguns casos, o médico otorrinolaringologista detecta o problema durante a consulta, mas é necessário realizar o exame audiométrico para ter o diagnóstico concreto. Exames complementares também podem ser necessários para um diagnóstico adequado.




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mar 04

sapatos

A maioria das brasileiras com mais de 55 anos pensam na hora de comprar sapatos. Mas há pesquisas apontando soluções. E uma preocupação do mercado em atender esse grupo.

• Uma pesquisa do Centro Tecnológico do calçado Senai, de Novo Hamburgo, traçou o perfil do pé das mulheres com mais de 55 anos.

• Uma revelação importante: a circunferência dos pés das idosas é mais larga. Assim, as formas de calçado (padrões normais) são desconfortáveis.

• A pesquisa constatou que 75.9% das voluntarias estavam com sobrepeso, interferindo na largura das formas.

• No Brasil, não temos formas intermediárias. Além disso, as larguras dos modelos são padronizadas. A partir de agora, serão desenvolvidas formas com pelo menos duas escalas de largura.

• A pesquisa permitiu fabricar dois modelos conceituais, um casual e outro social, elaborados com palmilhas especiais.

Cuidados na escolha

Compre sempre o sapato no final do dia, quando os pés estão mais inchados.

Ande um pouco com os sapatos novos pela loja, para sentir como se adaptam aos pés. Eles devem estar absolutamente confortáveis na hora da compra. Não entre no papo de que vão amaciar com o uso. Só compre se ficar perfeito.

Devemos medir os pés frequentemente. Após dos 20 anos, 90% das pessoas aumentam até dois pontos o numero do calçado. Devemos solicitar o numero correto, deixar um espaço de folga entre o ultimo de do e a ponta do calçado, pois os dedos necessitam deste espaço para a movimentação.

Observe o salto: não é a sua altura isoladamente que importa. O ideal é que o pé fique paralelo ao solo, ou levemente inclinado, com a diferença do salto e a plataforma do antepé de aproximadamente 3 centímetros.

Escolha modelos com solas macias e absorventes, principalmente se a atividade profissional o obriga a ficar muitas horas em pé.

Lembre-se sempre de que o sapato deve se adaptar aos seus pés e não os seus pés devem se adaptar aos sapatos. 




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