out 24

crianca-celular-cancer A maior  pesquisa já realizada para investigar a possível relação entre o uso de telefones celulares e câncer não encontrou evidências de que esses aparelhos provoquem a formação de qualquer tipo de câncer. A pesquisa contou com a participação de 350 mil pessoas e concluiu que não havia diferença nas taxas de incidência de câncer entre usuários de celulares por uma década e não usuários..

No estudo publicado na edição on line da “Revista Britânica de Medicina”, os autores atualizaram estudo prévio que examinou 358.403 usuários de celulares, com média de idade de 30 anos na Dinamarca, de 1990 a 2007. As taxas de câncer nos usuários de celulares durante aproximadamente 10 anos foram similares às taxas em participantes sem telefone celular. E os usuários não apresentaram uma maior probabilidade de desenvolver tumor de cérebro, como glioma.

Porém, mais de cinco milhões de pessoas em todo o mundo usam celulares, o que dificulta a realização de estudos comparando a incidência de câncer em usuários dos aparelhos e não usuários.




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out 15

fofoca-no-trabalho

No final de Setembro a rede social de profissionais LinkedIn, divulgou o resultado de uma pesquisa sobre os fatores que mais irritam os profissionais em seus ambientes de trabalho.

A empresa entrevistou mais de 17 mil usuários de sua base de dados, em 16 países, incluindo o Brasil.

A pesquisa revelou algumas diferenças interessantes entre países e respectivas culturas. Os brasileiros mostraram-se os mais irritados com a fofoca excessiva no escritório. Os norte-americanos são os que mais detestam constatar que alguém roubou sua comida do refrigerador disponível na empresa. Os alemães lideram a lista dos que ficam muito bravos com a sujeira encontrada em eletrodomésticos de uso coletivo no escritório (aparelho de microondas e refrigerador, por exemplo). Os indianos odeiam ouvir os constantes toques de telefones celulares dos colegas. Já os japoneses são os que mais detestam ser motivo de piadas na companhia.

O país que mais registrou fatores que irritam no trabalho é a Índia, e a Itália foi a nação cujos profissionais menos listaram reclamações. Dentre os 16 países pesquisados, o Brasil ficou em quarto lugar no ranking.

Também foi possível registrar diferenças entre sexos. No Brasil, o uso de roupas inadequadas (blusas decotadas e saias curtas, por exemplo) no escritório irrita mais mulheres do que homens; 76% do público feminino contra 44% do masculino.

Independentemente de nacionalidade ou sexo, o fator que mais irrita no escritório (78% dos mais 17 mil de profissionais entrevistados pelo LinkedIn) é “pessoas que não se responsabilizam por suas atitudes e decisões”.

No Brasil, os responsáveis por definir eventuais contratações ficam muito mais irritados com funcionários que abusam na quantidade de ligações pessoais durante o expediente, do que os líderes que não têm sob sua responsabilidade a escolha de novos talentos para a empresa.



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