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Pesquisas recentes são motivos de comemoração para as mulheres. Morangos previnem o declínio do cérebro, enquanto a soja ameniza os sintomas da menopausa. Capriche na alimentação!

Soja para a menopausa

Duas porções diárias de soja podem reduzir a frequência e intensidade de ondas de calor vivenciafas por mulheres durante a menopausa.
Os resultados da pesquisa apontam para uma redução de até 26% no sintoma.
Pesquisadores da Universidade de Delaware, em Newark, Nova Jersey, Estados Unidos, analisaram 19 investigações prévias sobre o tema envolvendo um total de 1.200 mulheres.
Até o presente, pesquisas sobre o assunto tinham apresentado resultados contraditórios – algumas confirmando, outras negando os benefícios da soja para mulheres na menopausa.
Mas segundo a equipe americana, a discrepância se deve ao número pequeno de participantes em alguns dos estudos e também a problemas de metodologia.

Frutas para o cérebro

Uma pesquisa demosntrou que mulheres que consomem grande quantidade de mirtilo e morangos sofrem um declinio mental causado pela idade mais lento em comparação com mulheres que consomenm poucas frutas ricas em flavonoides.
De acordo com a pesquisa, com respostas de mais de 16 mil mulheres sobre seus hábitos de saúde em questionários de 1976 a 2001, as que comiam mais destas frutas atrasaram o declínio cognitivo em até dois anos e meio.
A cada dois anos, de 1995 a 2001, pesquisadores mediram as funções mentais de pessoas com mais de 70 anos, de acordo com o estudo publicado nos Anais de Neurologia.
— Nossas descobertas têm implicações significantes para a saúde pública, já que aumentar a ingestão de frutas vermelhas é uma modificação bastante simples para testar a proteção da cognição em adultos mais velhos — afirma Elizabeth Devore, médica do Hospital Brigham and Women e da Escola de Medicina de Harvard em Boston, Massachusetts.
Pesquisas anteriores mostraram que flavonoides, oxidantes encontrados em frutas vermelhas, maçãs, frutas cítricas, chá e vinho tinto podem reduzir o risco de doenças cardíacas, diabetes e câncer.



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nov 07

cancer-basalioma Segundo estudo apresentado na Associação Americana para Pesquisa do Câncer, em Boston (EUA), o consumo diário de café reduz o risco de desenvolver basalioma, forma de câncer de pele mais frequente, segundo estudo publicado esta segunda-feira nos Estados Unidos e que parece confirmar pesquisas anteriores feitas com ratos.

Segundo os autores do estudo, as mulheres que bebem mais de 3 xícaras de café por dia têm reduzido em 20% o risco de desenvolver basalioma (carcinoma de células basais) em comparação com aquelas que consomem pouco ou nenhum café.

Para os homens, que parecem se beneficiar menos deste efeito protetor, ainda por razões desconhecidas, consumir mais de três xícaras de café por dia reduz em pelo menos 9% o risco de desenvolver câncer de pele. Mesmo assim a pesquisas deixa mostra que quanto mais café se consome mais se reduz o risco de basalioma.

Com quase um milhão de novos casos de basalioma diagnosticados a cada ano nos Estados Unidos, fatores alimentares como o consumo diário de café, inclusive com modestos efeitos protetores, pode ter um grande impacto na saúde pública, informaram os cientistas.

A pesquisa foi feita com dados de dois estudos, um com 72.921 participantes entre 1984 e 2008 e o segundo com 39.976 pessoas entre 1986 e 2008. Esta não é a primeira vez que se atribuem propriedades anticancerígenas ao café. Em maio deste ano, outro estudo feito pela Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard descobriu que os homens que bebem seis xícaras de café por dia reduzem em 20% o risco de desenvolver câncer de próstata.




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