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Responsável pela criação de projetos para publicações, anuncios e vinhetas de tevê e web, o designer torna a comunicação mais eficiente e agradavél.

 

Profissionais com sólida formação nesta area são vendedores de conceitos. Criam projetos visuais com o objetivo de torná-los atrativos e facilitar a leitura. São, em última análise, desenhistas que evoluiram com o aprendizado de novas tecnicas para ampliar o campo de ação.
Se você quer ser um bom designer, anote aí: além de unir imagens e textos de forma criativa e harmoniosa, é preciso caprichar na apresentação.

O que o designer pode fazer
Editoria eletrônica
Criar páginas de jornais, revistas, livros e folhetos

Programação gráfica para tevê
Produzir vinhetas para emissoras e peças de publicidade

Webdesign
Desenhar sites para a internet, combinando a melhor forma de transmitir imagem, informação e serviço.

Onde aprender
Várias universidades e instituições de ensino técnico oferecem o curso no Estado

Recomendações
Photoshop
– É um dos melhores para edição e criação de imagens.
Illustrador – Software de edição do pacote Adobe.
Zbrush – Programa de escultura em 3D usado para dar acabamento em modelagens.
Sketchbook Pro – Perfeito para esboçar ideias ou finalizar uma ilustração.
Notepad – Eitor de textos com multiplos recursos.

3 dicas

  1. O ilustrador publicitário é o cara que precisa se adaptar a qualquer tipo de ideia proposta, pois ele geralmente trabalha para a gencias com clientes de vários segmentos do mercado.
  2. Alem de ter um vasto conhecimento das ferramentas gráficas, o ilustrador publicitário precisa ter o dominio do traço manual e ser totalmente flexivél a estilos, pois em cada trabalho surge um novo desafio e cabe ao ilustradoe execular as tarefas da melhor forma possível.
  3. Não basta apenas saber mexer em um programa, mas sim entender as inumeras forma de se conseguir uma boa comunicação, com textos, números, fotos ou desenhos.




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mar 04

sapatos

A maioria das brasileiras com mais de 55 anos pensam na hora de comprar sapatos. Mas há pesquisas apontando soluções. E uma preocupação do mercado em atender esse grupo.

• Uma pesquisa do Centro Tecnológico do calçado Senai, de Novo Hamburgo, traçou o perfil do pé das mulheres com mais de 55 anos.

• Uma revelação importante: a circunferência dos pés das idosas é mais larga. Assim, as formas de calçado (padrões normais) são desconfortáveis.

• A pesquisa constatou que 75.9% das voluntarias estavam com sobrepeso, interferindo na largura das formas.

• No Brasil, não temos formas intermediárias. Além disso, as larguras dos modelos são padronizadas. A partir de agora, serão desenvolvidas formas com pelo menos duas escalas de largura.

• A pesquisa permitiu fabricar dois modelos conceituais, um casual e outro social, elaborados com palmilhas especiais.

Cuidados na escolha

Compre sempre o sapato no final do dia, quando os pés estão mais inchados.

Ande um pouco com os sapatos novos pela loja, para sentir como se adaptam aos pés. Eles devem estar absolutamente confortáveis na hora da compra. Não entre no papo de que vão amaciar com o uso. Só compre se ficar perfeito.

Devemos medir os pés frequentemente. Após dos 20 anos, 90% das pessoas aumentam até dois pontos o numero do calçado. Devemos solicitar o numero correto, deixar um espaço de folga entre o ultimo de do e a ponta do calçado, pois os dedos necessitam deste espaço para a movimentação.

Observe o salto: não é a sua altura isoladamente que importa. O ideal é que o pé fique paralelo ao solo, ou levemente inclinado, com a diferença do salto e a plataforma do antepé de aproximadamente 3 centímetros.

Escolha modelos com solas macias e absorventes, principalmente se a atividade profissional o obriga a ficar muitas horas em pé.

Lembre-se sempre de que o sapato deve se adaptar aos seus pés e não os seus pés devem se adaptar aos sapatos. 




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