jul 11

Neste inverno é comum as pessoas ficarem gripadas, mas o que vem preucupando o Brasil é que esta gripe pode ser perigosa. Este ano há muitos casos confirmados de Gripe A (H1N1), e muitos não sabem o que fazer ou se estão com a doença. Os sintomas aparecem de um a dois dias após a infecção. A primeira regra é ficar em casa assim que se sentir doente, pois você pode facilmente espalhar os germes para as outras pessoas. Se possível, não saia de casa nas primeiras 24 horas após ter os surtos de febre. Compare os sintomas da Gripe comum e a Influenza A (H1N1):

sintomasgripeA

Para dete-la, o tratamento mais comum para a gripe é tratar beber bastante líquido, tomar remédios para reduzir a febre, e descansar bastante. E ficar em casa, para não espalhar os germes. Onde quer que você esteja, sempre cubra a boca com um lenço ao tossir ou espirrar, jogue o lenço fora depois, e, mais uma vez, lave as mãos com água e sabão regularmente.
Medicamentos antivirais não previnem a doença, mas podem encurtar sua duração e reduzir os sintomas se tomados dentro de 48 horas após o aparecimento dos primeiros sintomas. Tanto o Tamiflu® quanto o Relenza® foram usados recentemente para tratar pessoas que ficaram seriamente doentes durante a pandemia de gripe H1N1 de 2009, por exemplo. O Centers for Disease Control (Centro de Controle de Enfermidades dos Estados Unidos) recomenda o uso de oseltamivir ou zanamivir para o tratamento e prevenção da infecção contra este vírus influenza suína. Os remédios antivirais são drogas prescritas (comprimidos, xaropes ou por inalação) que combatem o vírus e impedem que se reproduza no seu organismo. Se você ficar doente, os remédios contra o vírus tornam a doença menos grave, previnem as complicações e permitem que a melhora clínica seja mais rápida. Para o tratamento funcionar melhor, ele deve ser iniciado precocemente, assim que você ficar doente (dentro de dois dias após o início dos sintomas). Sempre com orientação médica.

Se os sintomas persistirem ou piorarem depois de três a cinco dias, principalmente a dificuldade respiratória, a pessoa pode estar com uma doença secundária, como pneumonia, bronquite ou sinusite, e deve procurar um médico.




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mai 03

perdadeaudicao

Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou novo dado do Censo 2012 com informações sobre a situação da perda auditiva os brasileiros. A pesquisa avaliou pessoas com problemas e constatou que mais de nove milhões de cidadãos declararam ter algum tipo de deficiência auditiva. Deste total, 347 mil pessoas afirmaram não conseguir ouvir de modo algum. Quase 1,8 milhão disseram ter grande dificuldade e 7,5 milhões relataram alguma limitação.

  1. Apenas idosos perdem a audição no decorrer da vida.
    Mito.
    A perda da audição na terceira idade, chamada cientificamente de presbiacustia, é muito comum, pois o sistema auditivo tem sua função alterada com o envelhecimento. No entanto, não existe faixa etária para se ter um problema auditivo, já que diversas são as causas. Qualquer individuo que convive com sons intensos diariamente, por exemplo, pode ter sua audição comprometida.
  2. Zumbido no ouvido e sensação de tontura são alguns sintomas de perda auditiva.
    Verdade.
    Assim como zumbido e sensação de tontura, apresentar dificuldade de entender outra pessoa e ter vertigem também são indícios do problema.
  3. A perda auditiva é reversível.
    Mito.
    Quando é diagnosticado que o paciente comprometeu as estruturas internas do ouvido o quadro é irreversível.
  4. Pessoas que trabalham com sons intensos, como motorista de ônibus e motocicleta, Djs, pedreiros e operários , precisam usar o protetor auricular.
    Verdade.
    O protetor auricular é um recurso para evitar a perda auditiva, portanto, pessoas que estão expostas a sons intensos devem aderir ao protetor.
  5. Sons que atingem 120 decibéis (dB) são saudáveis à audição.
    Mito.
    O limite considerado tolerável à audição é no máximo 85 dB. Se o som ultrapassar esse limite, a audição pode ser comprometida. A relação tempo de exposição e intensidade sonora também deve sempre ser levada em consideração.
  6. Perder a audição traz consequências psicossociais ao indivíduo.
    Verdade.
    A perda auditiva também pode trazer consequências psicossociais, favorecendo o isolamento por conta da dificuldade de comunicação com as pessoas. Por conta do afastamento e da falta de atenção e diálogo com familiares e amigos, o indivíduo passa a se sentir constrangido e entra em um quadro depressivo, principalmente na terceira idade.
  7. Não é necessário fazer exame para detectar a perda auditiva.
    Mito.
    Em alguns casos, o médico otorrinolaringologista detecta o problema durante a consulta, mas é necessário realizar o exame audiométrico para ter o diagnóstico concreto. Exames complementares também podem ser necessários para um diagnóstico adequado.




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